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Diversidade e inclusão nas melhores empresas
[/vc_column_text][vc_empty_space height=”10px”][vc_separator color=”custom” border_width=”3″ accent_color=”#006e39″][vc_empty_space height=”10px”][vc_column_text]Por Eleni Lopes, diretora de redação da NEO MONDO[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A sociedade é diversa e empresas devem ser receptivas às diferentes experiências, origens e perspectivas que os funcionários trazem. Pesquisas já mostram que empresas que promovem a diversidade, seja ela de gênero, sexual, geracional, racial, atraem os melhores talentos e ampliam sua capacidade de inovação. E não apenas isso: são mais competitivas e atraem os melhores resultados.
Nesta edição especial, NEO MONDO destaca os melhores casos e práticas de diversidade e inclusão no mundo corporativo. Antes, vamos entender porque ela é tão importante no Brasil.
- Diversidade Étnico-Racial
- No período de 2001 a 2013, enquanto as matrículas de brancos nas universidades cresceram 27,5%; as de negros subiram 40% (fonte: Instituto Ethos, 2016)
- 93% dos jovens negros (entre 18 e 24 anos) nunca fizeram um curso de idioma (fonte: Instituto Locomotiva)
- Porém, apesar de negros serem a maioria nos contingentes de aprendizes e trainees, com proporção de 57,5% e 58,2%, respectivamente, sua participação cai para 6,3% nos cargos de gerência e para 4,7% no quadro executivo das companhias (fonte: Instituto Ethos, 2016)
- A situação das mulheres negras é ainda mais desfavorável, elas ocupam 10,3% dos cargos de nível funcional, 8,2% nos cargos de supervisão e apenas 1,6% de gerência (fonte: Instituto Ethos, 2016)
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_single_image image=”13471″ img_size=”full” add_caption=”yes” alignment=”center”][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Cenário das Pessoas com Deficiência
- O Brasil possui 45,6 milhões de PcDs, que representam 24% da população e, cerca de 44 milhões destes PcDs estão na faixa etária economicamente ativa (fonte: IBGE, 2010)
- PcDs representam apenas 0,84% dos vínculos empregatícios formais no país (fonte: Ministério do Trabalho, 2015)
- PcDs representam apenas 2% da força de trabalho de grandes empresas no Brasil e ocupam menos de 1% dos cargos executivos (fonte: Instituto Ethos, 2016)
Equidade de gênero
- As mulheres são 60% da população universitária brasileira formada e metade da força de trabalho urbana do país. Porém, elas ainda ocupam 10% dos cargos executivos (fonte: Data Popular e Inep)
- De acordo com o IBGE, há grande diferença de salário entre homens e mulheres e, quanto maior o grau de instrução, maior é essa defasagem. Para o Organização Internacional do Trabalho (OIT), reduzir as desigualdades de gênero em 25% até 2025 poderia adicionar R$ 382 BI à economia brasileira (o equivalente a 3,3% do PIB).
- Se nada for feito, as mulheres só alcançarão a paridade econômica com os homens daqui a 216 anos executivos (fonte: World Economic Forum)
Cenário LGBT+ no Brasil
- O Brasil é o país mais intolerante com o grupo LGBT+ no mundo. É reportado um assassinato a cada 19 horas em decorrência da homofobia (fonte: Grupo Gay Bahia)
- 20% das empresas no Brasil declaradamente não contratam pessoas LGBT+ (fonte: Elancers, 2015)
- 5% da população trans tem emprego formal (fonte: ANTRA, 2013).
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