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POR – OSCAR LOPES LUIZ, PUBLISHER DE NEO MONDO
No Brasil, o Dia da Consciência Negra, realizado em 20 de novembro, é mais do que uma data no calendário. É um convite à reflexão sobre a contribuição histórica, cultural e social da população negra, além de ser um momento crucial para discutir as desigualdades ainda presentes em nossa sociedade.
O 20 de novembro marca a morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares, símbolo da resistência negra durante o período colonial. A data foi oficialmente instituída como feriado em 2003, confirmando sua importância e promovendo a herança africana na construção da identidade brasileira.
O Dia da Consciência Negra é uma oportunidade para celebrar a riqueza da cultura afro-brasileira. Desde a música e dança até à culinária e às tradições religiosas, a influência africana está profundamente enraizada na nossa identidade nacional. É um momento para reconhecer e valorizar essas contribuições, promovendo a inclusão e a igualdade.
Apesar dos avanços, ainda enfrentamos desafios relacionados ao racismo estrutural. O Dia da Consciência Negra é uma chamada para a ação, para enfrentarmos essas questões de frente, promovendo debates construtivos, conscientização e educação antirracista.
A educação desempenha um papel crucial na promoção da igualdade racial. Iniciativas que destacam a história e a cultura afro-brasileira nas escolas, são peças-chave para a formação de uma sociedade mais justa e inclusiva. É preciso investir em ações que combatam o preconceito desde cedo, construindo uma base sólida para um futuro mais igualitário.
O Dia da Consciência Negra é uma celebração da diversidade e um momento para empoderar a comunidade negra, confirmando suas conquistas e contribuições em todos os setores da sociedade. Ao destacar histórias de sucesso, promovemos a representatividade e inspiramos as futuras gerações.
Neste dia, vamos lembrar, celebrar e refletir. É uma oportunidade para construirmos pontes, promovermos o diálogo e, acima de tudo, trabalharmos juntos na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e consciente de sua diversidade.
Racismo não é uma questão de ponto de vista nem mimimi, é crime!
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