Amazônia Destaques Economia e Negócios Sustentabilidade
Escrito por Neo Mondo | 15 de agosto de 2018
A reunião atraiu empreendedores, empresários e produtores representando nove projetos de restauração e agroflorestal no Brasil. Juntos, esses projetos somam 17 mil hectares passíveis de ser restaurados e produzir produtos madeireiros e não-madeireiros e serviços ambientais, em projetos espalhados em seis estados diferentes: São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Goiás. São propostas de fazer plantio com espécies nativas e exóticas e sistema agroflorestal, sistema integração lavoura-pecuária-floresta, entre outros.
Os projetos passaram por uma análise preliminar da equipe do WRI Brasil, por meio do projeto VERENA - Valorização Econômica do Reflorestamento com Espécies Nativas -, que busca demonstrar a viabilidade econômica do reflorestamento com espécies nativas e consórcios que farão com que produtores possam restaurar áreas degradadas e de baixa aptidão agrícola, assim como seus passivos na Reserva Legal e assim conseguir retornos financeiros. “A rodada de investimentos é importante porque mostra que o Brasil tem projetos florestais que são viáveis economicamente”, diz Alan Batista, analista de investimento do WRI Brasil.
A rodada de investimentos recebeu o apoio das Secretarias de Meio Ambiente dos estados de São Paulo, Espírito Santo e Mato Grosso, além da participação de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do BNDES.
Belo Monte: permanência, diálogo e desenvolvimento
Em simulação de mudanças climáticas, plantas da Amazônia se reestruturam para absorver nutrientes
Santa Marta: o fim que ninguém conseguia nomear