É importante incluir os saberes locais e indígenas no estudo da região, que foi habitada há muito mais tempo e por um contingente muito maior de povos pré-colombianos (antes do aparecimento dos europeus no continente americano) do que a escola ensina aos nossos jovens hoje”, afirma.
“Os materiais didáticos precisam ser diferenciados e flexíveis, a fim de proporcionar estímulo aos alunos que possuem pouco interesse pelas questões da biodiversidade, como é o caso do Sudeste, e maior aprofundamento do conteúdo da biodiversidade local para estudantes do Norte”, conclui.
O artigo
Amazon conservation and students’ interests for biodiversity: The need to boost science education in Brazil é o resultado do primeiro ano de pesquisas do Projeto Temático “O programa Biota-Fapesp e a Educação Básica: possibilidades de integração curricular”, que conta com a participação de pesquisadores de cinco instituições paulistas (USP, UNIFESP, UFABC, USCS e IBu). Além do artigo, a base de dados do Rose-Edevo-Darwin também gerou várias pesquisas, entre elas cinco doutorados na Faculdade de Educação da USP.