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Escrito por Neo Mondo | 9 de agosto de 2018
Lagoa azul - São Tomé e Príncipe[/caption]
Com os esforços de preservação em São Tomé e Príncipe, a FAO espera que 295 mil toneladas de dióxido de carbono sejam absorvidas pelos ecossistemas recuperados. Segundo Muteia, o projeto deve incentivar a troca de conhecimentos e criar parcerias entre organizações internacionais, sociedade civil e outros atores locais.
“Sabemos que, muitas vezes, estas iniciativas de conservação têm um custo. Por isso, é preciso que as pessoas que estão integradas tenham atividades econômicas que permitam recuperar os custos de conservação. São Tomé e Príncipe é um dos países mais ameaçados pelas mudanças climáticas, particularmente com a subida do nível das águas do mar, que pode ameaçar alguns elementos do ecossistema.”
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