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Escrito por Neo Mondo | 31 de maio de 2018
Ciclistas em Brasília. Foto: Agência Senado/Jefferson Rudy
“Informando e envolvendo diferentes atores no processo, é possível ter um plano final que não só serve aos interesses do público, como também introduz novas maneiras de tentar produzir uma mudança real nas mentalidades”, afirmou Daniely Votto, gerente de governança urbana do WRI no Brasil. O instituto é uma das entidades parceiras do DF na criação da nova estratégia de mobilidade.
Entre as demandas apresentadas pelos participantes dos workshops, está a necessidade de ampliar a infraestrutura para o ciclismo e melhorar o transporte público. Outra pauta foi a prioridade de políticas educacionais, que possam disseminar, desde cedo, conhecimentos sobre os perigos urbanos associados à alta velocidade e à utilização de carros particulares.
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