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Escrito por Neo Mondo | 24 de agosto de 2017
De acordo com a Climate Bonds Initiative, organização inglesa sem fins licrativos, o potencial de movimentação econômica no mundo por meio dos green bonds, em médio prazo, é de R$ 100 trilhões. A demanda por estes títulos é sempre maior do que a oferta, e em 2016 foram emitidos US$ 81 bilhões. Este ano a previsão é de que sejam emitidos US$ 150 bilhões. No Brasil, onde pelo menos cinco empresas já optaram por esta forma de financiamento, (quadro abaixo) a previsão é que os títulos verdes, em 2017, movimentem cerca de R$ 16 bilhões.
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“É necessário esforço conjunto. Da parte dos governos, regulamentando atividades, impondo leis e sanções. E a iniciativa privada, gerando emprego. Recuperar e manter uma floresta em pé é uma das ações de sequestro de carbono que atuam de forma positiva na tentativa de amenizar as alterações climáticas” afirma Cláudio Boechat, consultor e professor da Fundação Dom Cabral, que vê na reestruturação florestal um negócio capaz de gerar tantas atividades como a indústria automobilística.[/caption]
No 10 º Sustentar, dia 29 de agosto, na sede da FDC, Claudio Boechat vai falar sobre Financiamento Climático: O valor e o preço do carbono e do clima, greenbonds e potencial florestal. Na mesma mesa, participará Elcio Ito, diretor da BRF, empresa pioneira no Brasil em emissões de green bonds em euros, com captação de títulos de dívidas voltados à sustentabilidade de € 500 milhões.
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