Escrito por Neo Mondo | 9 de agosto de 2017
Nas últimas décadas, contudo, a concentração natural desses gases isolantes tem aumentado pela ação do homem, com a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento, agropecuária e produções industriais. A intensificação dessas emissões faz com que parte desses raios não voltem para o espaço, provocando uma elevação na temperatura do planeta, o aquecimento global e mudanças climáticas.
Os gases do efeito estufa (GEEs), misturando-se à atmosfera, formam uma camada que retém o calor solar próximo à superfície terrestre, agravando as mudanças climáticas. As consequências são: aquecimento global; derretimento das calotas polares e aumento do nível dos mares; aumento de furacões, maremotos, ciclones, terremotos e enchentes; extinção de animais e plantas que sofrem pelas alterações em seus habitats, com perda da biodiversidade; redução das safras agrícolas, além de grandes impactos na saúde humana. As mudanças climáticas e o aquecimento global tornaram-se questões essenciais no mundo.
Em razão dos impactos relacionados à mudança do clima, muitas iniciativas de governo procuram medidas para a redução das emissões dos GEEs por meio de ações de políticas públicas e a promoção de programas para contenção das mudanças climáticas.
O setor industrial já é regulado por algumas políticas climáticas. No estado do Rio alguns segmentos são obrigados a elaborar inventários de emissões e planos de mitigação. Há uma tendência de atribuir um preço às emissões como uma estratégia para a implementação de uma economia de baixa emissão de carbono.
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