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Escrito por Neo Mondo | 19 de setembro de 2018
Marina Grossi, presidente do CEBDS (Foto/Divulgação)[/caption]
Participarão do comitê as seguintes entidades e órgãos: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, Confederação Nacional da Indústria, Associação Brasileira da Indústria Química, Associação Brasileira da Indústria de Alumínio, Indústria Brasileira de Árvores, Sindicato Nacional da Indústria de Cimento, Associação Brasileira de Cimento Portland, Associação Brasileira da Indústria de Vidro, Instituto Aço Brasil, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, Instituto Brasileiro de Mineração, Secretaria Executiva da Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas.
As ações e propostas do comitê deverão ter sinergia com as políticas públicas de desenvolvimento industrial e comércio exterior e com as orientações do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima.
“Na ausência de instrumentos financeiros, os custos ambientais e socioeconômicos associados às emissões de Gases do Efeito Estuda (GEE) não são captados pelo mercado. Com a precificação de carbono, cria-se uma motivação para que as empresas e os consumidores reduzam suas emissões e para que a mitigação siga a trajetória de menor custo agregado para a economia”, explica.
Em julho deste ano, Marina Grossi se reuniu com o Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, para apresentar o estudo Precificação do Carbono na Indústria: Uma Iniciativa Estratégica", encomendado ao professor Ronaldo Seroa da Motta, do Departamento de Economia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Os principais pontos dessa proposta preveem um processo gradual, com fase inicial de compromisso de cinco anos, licenças gratuitas no início e preço-teto de equilíbrio não maior que US$ 10 por tonelada de CO2.
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