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Escrito por Neo Mondo | 1 de fevereiro de 2019

E essa não é a única diferença entre as duas cidades quando o assunto é a realidade dos parlamentares. Por lá, como a função de deputado consome só 25% do seu tempo de trabalho, eles são fortemente orientados a manter seus empregos originais, mesmo depois de eleitos. Ou seja, “deputado” não é profissão!
Para não atrapalhar o expediente de ninguém, as sessões do Parlamento são todas marcadas para o fim da tarde, quando todos já saíram do trabalho. E (pasmem!): por lá, os deputados ganham por hora. Ou seja, se vão as reuniões, recebem no fim do mês. Se não, nada feito! A lista de presença é passada a cada sessão e precisa ser assinada de próprio punho.
Está chocado? Pois não acabou! Em Genebra, os deputados também não têm esse tanto de benefícios que existem para os parlamentares brasileiros. Não há carro oficial, vaga exclusiva, auxílio-moradia e nem aposentadoria. E contratar parentes? Nem pensar! Um dos únicos privilégios é um vale-alimentação, no valor de 80 francos suíços – algo em torno de R$ 300.
Enquanto isso, no Brasil…
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