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Escrito por Neo Mondo | 12 de dezembro de 2017
POR - CARLOS DIAS / NEO MONDO


“Nas próximas décadas, a pesquisa em ciência do solo deverá propor práticas agrícolas resilientes que possam acomodar as alterações ambientas e climáticas e a segurança alimentar. O estudo do solo é essencial e estratégico para questões como a qualidade da água, a diminuição da pobreza e a produção de energia renovável”, lembra Camargo, ressaltando a importância do Brasil receber o XXI CMCS, que acontecerá pela primeira vez na América Latina. Por sinal, a candidatura brasileira foi aprovada no XIX Congresso, que aconteceu em Brisbane (Austrália), em 2010.
A Embrapa Solos (Rio de Janeiro-RJ) será uma das co-organizadoras, contribuindo na captação de recursos, na feira de solos, nas excursões técnicas de campo, nas ações de consumo responsável, inventário e neutralização de gases de efeito estufa e reciclagem de resíduos secos e úmidos no evento. “Na feira teremos a exibição de perfis de solos de todas as classes da terra brasileira, contaremos também com uma exposição histórica da Ciência do Solo Brasileira, com destaque para a parceria SBCS-Embrapa, iniciada há mais de 70 anos no Rio de Janeiro. Também faremos o lançamento mundial do Programa Nacional de Solos do Brasil, Pronasolos”, conta o chefe de pesquisa e desenvolvimento do centro de pesquisa carioca José Carlos Polidoro.
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