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Escrito por Neo Mondo | 11 de maio de 2018
POR - CETESB / NEO MONDO
Os níveis dos poluentes atmosféricos monóxido de carbono (CO) e dióxido de enxofre (SO2) registrados pela CETESB na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) em 2017, apesar da expansão da frota automotiva, estão entre os mais baixos da década, mostrando a eficácia dos diversos programas de controle adotados. Essa é uma das informações no novo relatório anual de qualidade do ar, relativo ao ano de 2017, produzido pela agência ambiental paulista

Na RMSP, que apresenta alto potencial de formação de ozônio devido principalmente às emissões veiculares, foram registradas ultrapassagens do padrão estadual de oito horas desse poluente (140 µg/m3) em 28 dias em 2017, contra 32 dias em 2016. Apesar da diminuição do número de dias de ultrapassagens do PQAr em relação ao ano anterior, o documento frisa que não há uma tendência de comportamento definida para esse poluente.
Nas estações da Baixada Santista, houve uma única ultrapassagem do padrão estadual de ozônio, em Cubatão-Vale do Mogi. No interior, ocorreram ultrapassagens do PQAr estadual do poluente na maioria das estações, com exceção de Araçatuba, Bauru, Campinas-Vila União, Guaratinguetá, Jaú e São José dos Campos.
Em termos gerais, conforme o relatório, os níveis observados para diversos poluentes, em 2017, foram semelhantes aos do ano anterior.
Controle da poluição
Visando ao controle da poluição atmosférica e à redução dos níveis observados, a CETESB desenvolve uma série de programas e atividades, dentre as quais destacam-se o Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV), o Plano de Redução de Emissão de Fontes Estacionárias (PREFE), a fiscalização e controle das emissões industriais e o programa de fiscalização de fumaça dos veículos a diesel.
E, de forma a aprimorar o diagnóstico ambiental do Estado, destaca-se em 2017 o início de operação de duas estações automáticas de monitoramento da qualidade do ar, sendo uma estação móvel em Mogi das Cruzes, na RMSP, e outra fixa em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba. Essas estações, em conjunto com as demais existentes, compuseram as redes de monitoramento da qualidade do ar da CETESB, totalizando 62 estações da Rede Automática e 27 pontos de monitoramento da Rede Manual.

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