Escrito por Neo Mondo | 10 de julho de 2017
De acordo com a empresa, o conceito estimula a mobilidade. “A economia compartilhada permite que as pessoas mantenham o mesmo estilo de vida, sem precisar adquirir mais, o que impacta positivamente não só no bolso mas também na sustentabilidade do planeta”, diz o texto no site da Urbano LDSharing. Até o fim de 2018, a empresa espera ter 300 veículos, com 50% de não poluentes.
Vale ressaltar que o uso compartilhado de carros só é interessante para corridas curtas. Por isso, seu principal concorrente não são os serviços de alugueis de carros e sim os aplicativos de táxi ou caronas. Há diferentes tarifas por utilização.
O sistema adotado em São Paulo é semelhante ao criado em Fortaleza pelo projeto Vamo (Veículos Alternativos para Mobilidade), que opera desde o fim de 2016.
#sustentabilidade; #veiculosalternativos; #transito; #mobilidadeurbana, #neomondo; #compartilhamento, #economico, #Urbano LDSharing, #aplicativos, #aluguelcarro A Amazônia chega ao seu dia com o menor desmatamento já registrado e uma seca anunciada para 2027
Da pele ao mar: revisão da USP com 173 estudos redesenha a agenda dos protetores solares
A 1.100 metros de profundidade, uma enzima brasileira acende luz azul a 2 °C