Escrito por Neo Mondo | 22 de agosto de 2017
Segundo o coordenador de Operações de Fiscalização, Roberto Cabral Borges, as diferentes espécies indicam tráficos interestadual e internacional.
O Ibama continuará a análise para identificar a origem dos animais e a possibilidade de haver outros envolvidos nas infrações.
Entre os itens apreendidos, havia peles de jaguatiricas (espécie ameaçada de extinção); olhos de tigre; couros e “chocalhos” de cobra; cavalos-marinhos; asas de corvo e de morcego; crânios de coruja; ossos de águia e de raposa; mandíbulas de crocodilo e de guaxinim; dentes de urso; garras de leão; unhas de preguiça; rabos de esquilo e de lobo; penas de faisão e de papagaio, cascos de tartaruga e de jabuti; répteis, anfíbios e insetos secos; chifres de cervo e de bode montanhês; patas de tatu; máscaras de lobo; e produtos como colar, punhal e uma faca de ossos.
Mulheres que curam: ciência, pele e liderança sustentável
O Brasil quer liderar a bioeconomia global. Mas ainda não sabe o que ela é
Mudanças climáticas encurtam o período de floração e frutificação de espécies do Cerrado