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Escrito por Neo Mondo | 10 de outubro de 2019
Ao contrário da maioria dos herdeiros de pecuaristas, Maria Vitória não veio de uma família tradicional de fazendeiros. Seu pai, Antônio Proença, iniciou a carreira como empregado de fazenda e entregador de leite. “Foi ele quem me ensinou o amor pelo campo”, conta Maria Vitória. Após o falecimento do pai, quando ela tinha apenas 13 anos, sua mãe, Eliane Faé, assumiu a fazenda e, hoje, ajuda a filha a tocar o Senepol Vitória.
“Fui pioneira na raça em Santa Catarina. Eu me apaixonei pelo Senepol e, em 2015, nós implantamos na fazenda 10 embriões oriundos da genética do Senepol da Mata que, no ano seguinte, deram origem aos primeiros animais”, fala sobre as três primeiras fêmeas, as suas ‘joias preciosas’. Hoje, o rebanho conta com 25 animais puros Senepol e 180 animais cruzados britânicos.
Técnica formada em Agropecuária pelo Instituto Federal Catarinense (IFC) e atualmente estudante de Zootecnia pela UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina, Maria Vitória se divide entre as cidades de Chapecó, onde cursa a graduação, e de Rio das Antas, sede da fazenda. E ainda atua como coordenadora da Ala Jovem do Senepol, órgão oficial da ABCB Senepol composto por jovens criadores, sucessores e estudantes, unidos para trabalhar em prol da raça no Brasil.
Maria Vitória Proença é uma apaixonada pelo Senepol e prevê um futuro promissor para a raça no País. “Amo o que faço e me dedico com todas as forças para dar o meu melhor e aprender a ser melhor”, finaliza.

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