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Escrito por Neo Mondo | 6 de agosto de 2025
Quando o investimento certo encontra a causa certa, a natureza responde - Mico-leão-dourado - Foto: Divulgação/AMLD
POR - OSCAR LOPES, PUBLISHER DE NEO MONDO
Com mais de R$ 1 milhão em novo investimento, a ExxonMobil Brasil ajuda a salvar o mico e a recuperar a Mata Atlântica, provando que proteger a natureza é bom pra todo mundo — inclusive pra gente
Você já viu um mico-leão-dourado de perto? Aquele bichinho pequeno, de pelagem cor de fogo e olhar curioso que parece ter saído direto de um conto encantado da Mata Atlântica? Pois é… ele é tão lindo quanto raro. E graças a projetos de conservação sérios — e parcerias que realmente fazem diferença — ele está voltando a ganhar espaço na natureza.
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No Dia Nacional do Mico-Leão-Dourado (que foi comemorado no dia 2 de agosto), a ExxonMobil Brasil anunciou um novo aporte de R$ 1,1 milhão para apoiar a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD), com gestão do FUNBIO. O valor vai ajudar na manutenção do Parque Ecológico Mico-Leão-Dourado, fortalecer ações educativas e, claro, plantar mais floresta. Sim, mais dois hectares de Mata Atlântica estão a caminho, com 3.400 mudas nativas prestes a ganhar vida!
Mas a história não começa aqui. Desde 2019, a ExxonMobil Brasil já destinou mais de R$ 6 milhões à AMLD. O resultado? Algo que a gente precisa celebrar de pé: quase dobrou a população de micos, que passou de 2.500 para cerca de 4.800 animais na natureza. Ah, e mais: foram plantadas 45 mil mudas em 35 hectares — o equivalente a 50 campos de futebol de floresta reconstituída.
E olha que lindo: essa nova etapa do projeto ainda inclui a criação de um jardim sensorial, para que pessoas com deficiência também possam sentir de perto o cheiro, o toque e os sons da floresta. Porque conexão com a natureza tem que ser pra todo mundo.
O Parque Ecológico Mico-Leão-Dourado é hoje uma referência. Em 2024, só ele recebeu mais de 4 mil visitantes, boa parte estudantes da região e ecoturistas do Brasil e do mundo. E virou oficialmente uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) — ou seja, os 151 hectares de Mata Atlântica ali estão protegidos pra sempre, mesmo que um dia mudem de dono. Isso sim é legado.
Luis Paulo Ferraz, presidente da AMLD, não esconde o entusiasmo:
“Com o plantio de mudas, fomentamos a economia local e mantemos o ecoturismo ativo. Queremos que as pessoas entendam o valor de conservar a floresta e as espécies ameaçadas.”
E ele tá certíssimo. Porque proteger o mico é, no fim das contas, proteger o nosso próprio futuro. Quando uma empresa apoia um projeto como esse, ela não está só ajudando uma espécie — está ajudando a reconstruir ecossistemas, preservar água, combater a crise climática e ainda gerar renda local. É a sustentabilidade acontecendo na prática, e não só no discurso.

Essa é daquelas histórias que mostram que, quando diferentes setores se juntam com um propósito comum, todo mundo sai ganhando. A ExxonMobil, a AMLD e o FUNBIO vêm caminhando juntos há seis anos — e já deixaram um rastro positivo por onde passaram: floresta que voltou a respirar, espécies que voltaram a crescer, e gente que passou a se reconectar com a natureza.
E tem um detalhe que emociona: o interior do estado do Rio de Janeiro é o único lugar do mundo onde o mico-leão-dourado vive em liberdade. Isso não é só responsabilidade — é privilégio. E cuidar disso é algo que exige comprometimento, visão e, acima de tudo, afeto pela vida.
No fim das contas, essa história é sobre isso: reflorestar, educar, preservar e inspirar. E mostrar que quando a gente se importa de verdade, até o que parecia perdido pode florescer de novo.
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