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Escrito por Neo Mondo | 19 de junho de 2019
Uma prova deste novo momento nas relações entre os dois lados do Atlântico é o Low Carbon Business Action in Brazil, iniciativa lançada pela União Europeia (EU) em 2015. O objetivo era capacitar Pequenas e Médias Empresas (PMEs) do Velho Continente para desenvolver projetos no Brasil, com foco na redução de emissões de gases que causam o aquecimento global: metano, óxido de nitrogênio, óxido sulfúrico e dióxido de carbono, entre outros. “Foi a forma encontrada pelos governos europeus de garantir as metas pactuadas no Acordo de Paris, além de também ajudar na internacionalização das empresas”, destaca. Mercedes Blázquez, líder do projeto Low Carbon Brazil.
Os 90 projetos, selecionados de uma lista de 110, receberam aportes de 240 milhões de euros (o equivalente a R$ 850 milhões). A lista inclui iniciativas para redução das emissões de metano nos lixões e aterros sanitários, por meio do aproveitamento do gás metano produzido a partir da decomposição de lixo orgânico. Outra frente privilegiada se refere à geração de energia solar, segmento no qual os europeus são pioneiros. O uso racional da água na atividade agrícola foi outra frente atacada pela Iniciativa.

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