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Para o ex-CFO da Fundação Florestal, somente a iniciativa privada pode preservar o meio ambiente

Escrito por Neo Mondo | 19 de agosto de 2022

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POR - REDAÇÃO NEO MONDO

Enquanto atuou como assessor especial do Ministério do Meio Ambiente em Brasília, e como CFO da Fundação Florestal em São Paulo, Marcus Peçanha percebeu que os governos federal, estaduais e municipais possuem sérias limitações de recursos financeiros, tecnológicos e de pessoas e não são capazes de resolver os problemas ambientais no Brasil sem o apoio da iniciativa privada.

Para cumprir o propósito de ajudar o mercado a conceber, alavancar e implementar investimentos em benefício do meio ambiente, na obra Conexão CAPITALISMO e MEIO AMBIENTE, Peçanha compartilha com os leitores conhecimentos, aprendizados, perspectivas e oportunidades que notou ao longo do tempo trabalhado no setor público.

Dividindo percepções de forma simples e conceitual, o livro mostra que a iniciativa privada será protagonista da agenda ambiental, já que preservar o meio ambiente é um bom negócio que gera lucros e impactos muito positivos para as empresas, como aumento de reputação e credibilidade perante os stakeholders; aumento de vendas; ampliação de competitividade; taxas de juros mais baratas para empréstimos e financiamentos; entre outros.

Ao longo dos capítulos, Marcus Peçanha contextualiza o arcabouço dos órgãos ambientais e explica diversas tendências e oportunidades de negócios para o meio ambiente. Em linguagem leve e simples, Conexão CAPITALISMO e MEIO AMBIENTE aborda a complexidade de diversos temas ambientais e demonstra que o Estado precisa da iniciativa privada para que o Brasil possa vencer os desafios que se colocam.

Sobre o autor:

Marcus Nazareth Peçanha é bacharel em relações internacionais pela PUC-SP e concluiu MBA executivo na BSP – Business School of São Paulo. Ele fundou e dirige a consultoria de projetos ambientais Verd Invest, é ex-assessor especial do Ministério do Meio Ambiente e ex-CFO da Fundação Florestal –  entidade ligada à Secretaria Estadual de Meio Ambiente do estado de São Paulo. Marcus atuou, ainda, na Companhia Energética de São Paulo (CESP) e foi consultor em relações internacionais.

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