Conteúdo de marca Destaques Economia e Negócios Emergência Climática Meio Ambiente Segurança Sustentabilidade

Uberlândia Refrescos: a história de quem escolheu não parar

Escrito por Neo Mondo | 12 de março de 2026

Compartilhe:

Uberlândia Refrescos celebra 50 anos de história levando sabor, trabalho e desenvolvimento para milhares de brasileiros, sob a liderança do CEO Alexandre Biagi - Foto: Divulgação/Uberlândia Refrescos

OFERECIDO POR UBERLÂNDIA REFRESCOS*

LOGO DA UBERLÂNDIA REFRESCOS

Da raiz regional ao alcance nacional, a Uberlândia Refrescos celebra 50 anos construídos por pessoas que acreditaram — mesmo quando era difícil acreditar

Há histórias que não cabem em relatórios.

Cinquenta anos não se medem apenas em faturamento, em litros produzidos ou em rotas de distribuição que cortam o mapa do Brasil. Medem-se em decisões tomadas nos momentos errados, em apostas feitas quando ninguém apostaria, em pessoas que chegaram como colaboradores e ficaram como parte de uma família.

Leia também: Uberlândia Refrescos conquista selo máximo de sustentabilidade e reforça liderança em ESG

Leia também: Coca-Cola FEMSA e SPVS mostram como investir na natureza garante o futuro dos negócios

A Uberlândia Refrescos chega ao seu jubileu de ouro carregando tudo isso — e mais um pouco.

Fundada em uma época em que o Brasil era outro país, com outros sonhos e outras cicatrizes, a empresa nasceu no Triângulo Mineiro com a ambição discreta de quem sabe que o tamanho do passo precisa combinar com o tamanho da bota. Não havia atalhos. Havia trabalho. Havia teimosa insistência no caminho certo mesmo quando o chão tremia.

E o chão, tantas vezes, tremeu.

O Brasil das últimas cinco décadas foi generoso com quem soube esperar e impiedoso com quem não soube resistir. Planos econômicos que acordavam o país diferente. Crises que engoliam empresas inteiras. Transformações tecnológicas que tornavam obsoleto o que ontem parecia sólido. A Uberlândia Refrescos atravessou tudo isso de pé — não por acaso, mas por escolha. Por cultura. Por um jeito de ser empresa que se formou nas trincheiras do dia a dia.

No centro dessa jornada está Alexandre Biagi.

CEO da companhia, ele não fala sobre sua trajetória com a frieza de quem lista conquistas em currículo. Fala como alguém que conhece o peso de uma decisão difícil, que entende o que é levantar quando o cansaço sugere o contrário. Biagi costuma se descrever como um sobrevivente — e há, nessa palavra, muito mais do que modéstia. Há um reconhecimento genuíno de que chegar até aqui não foi linear, não foi simples, não foi garantido.

Sob sua liderança, a Uberlândia Refrescos foi se transformando sem perder a alma. Cresceu em escala, em tecnologia, em alcance. Tornou-se uma das principais engarrafadoras do sistema Coca-Cola no país, presente em 89 cidades, atendendo uma população de 2,5 milhões de pessoas, com uma frota de 841 veículos e mais de 30 mil clientes. Modernizou suas 6 linhas de produção — com capacidade para 47 milhões de caixas unitárias por ano, número que deve saltar para 81 milhões com a nova fábrica em implantação — e conectou indústria e varejo em uma rede que hoje abastece milhões de lares. Mas manteve aquilo que nenhum sistema de gestão consegue copiar: a crença de que uma empresa é, antes de tudo, as pessoas que a escolheram.

E crescer, para a Uberlândia Refrescos, nunca significou crescer às custas do planeta. Essa convicção, Alexandre Biagi não herdou de manual nenhum — ela se construiu junto com a empresa, no entendimento de que uma companhia que quer durar precisa cuidar do chão em que pisa.

Sob sua liderança direta, a empresa foi além das obrigações legais e assumiu um compromisso real com o futuro. A unidade carrega as certificações LEED Platinum e LEED Zero — para carbono, energia, resíduos e água —, além do selo "Uberlândia Mais Sustentável". Uma parte da frota já opera com veículos 100% elétricos, abastecidos por energia solar, com zero emissão de CO₂ — uma escolha que faz barulho nas ruas, mas que começa muito antes, na visão de quem decide. A companhia também integra o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial e conquistou certificações ESG que atestam não apenas intenção, mas prática concreta. Prêmios como Indústria Sustentável e Empresa Cidadã completam esse retrato.

Para Biagi, sustentabilidade nunca foi pauta de marketing. Foi, desde o início, uma questão de responsabilidade — com a região que acolheu a empresa, com as famílias que dependem dela e com as gerações que ainda vão chegar.

foto de alexandre biagi, ceo da uberlândia refrescos
Alexandre Biagi - Foto: Divulgação/Uberlândia Refrescos

Milhares de profissionais passaram por essas portas ao longo de cinquenta anos. Hoje são 2.467 colaboradores — incluindo 97 aprendizes e 16 estagiários —, e a projeção é chegar a 2.638 pessoas em 2026, um crescimento de 167% no quadro desde 2010. Muitos construíram carreiras inteiras dentro da companhia — começaram em um posto, cresceram, se tornaram líderes, formaram outros. Essa continuidade não é coincidência. É o resultado de uma cultura que investe em quem fica: são mais de 200 mil horas de treinamento investidas em 2024 e 2025, 162 líderes desenvolvidos por trilhas específicas do programa Jeito URLA de Liderar, e um pacote de benefícios que inclui desde auxílio educação e sessões de psicologia até reconhecimento por tempo de casa — porque uma empresa que cuida das pessoas não espera que elas peçam ajuda.

Essa mesma empresa também olha para dentro com honestidade. Dos colaboradores, 61,24% são pretos e pardos, e 32,5% das lideranças também são. São 114 pessoas com deficiência integradas ao time e 13 colaboradores de nacionalidade estrangeira. Não são números para constar em relatório — são o retrato de uma organização que entende que diversidade não é concessão, é inteligência.

Celebrar meio século, portanto, não é apenas olhar para o passado com orgulho. É reconhecer que o passado foi construído por mãos concretas, por escolhas reais, por homens e mulheres que acordaram todos os dias dispostos a fazer parte de algo maior do que eles mesmos.

E é também um convite para o futuro.

O mundo muda mais rápido do que qualquer planejamento estratégico consegue prever. O consumo muda. A tecnologia muda. O clima muda — e cobra a conta de quem ficou parado. Empresas que chegam aos cinquenta anos não chegaram porque ignoraram essas mudanças — chegaram porque aprenderam a dançar com elas sem perder o próprio ritmo.

A história da Uberlândia Refrescos é, no fundo, uma história sobre isso. Sobre saber quando avançar e quando firmar os pés. Sobre crescer sem se esquecer de onde veio — nem de onde os próximos cinquenta anos vão exigir que se chegue.

Cinquenta anos. E a sensação de que o mais bonito ainda está por vir.

*Texto produzido pela equipe do núcleo Neo Mondo Branded Content (NMBC) especial para a empresa parceira

Compartilhe:


Artigos anteriores:

Arte, ciência e imaginação: chamada aberta convida criadores a explorar o futuro do oceano na SP Ocean Week 2026

Biodiversidade entra no centro das decisões econômicas à medida que a crise climática redefine a economia global

Cerrado: áreas úmidas armazenam mais carbono do que florestas na Amazônia


Artigos relacionados