Destaques Economia e Negócios Emergência Climática Política Sustentabilidade Turismo
Escrito por Neo Mondo | 9 de julho de 2018
A empresa também fará contratos para investir em centrais de painéis solares e turbinas eólicas, na prática acabando por produzir parte da sua própria eletricidade no centro da cidade, e eliminando toda a pegada de carbono dos seus edifícios.
A energia gerada vai ser aproveitada por habitações camarárias em seis bairros de Londres, dez equipamentos escolares, três mercados municipais e os parques naturais de Hampstead Heath e Epping Forest.
Entre os negócios que serão beneficiados com energia renovável, estão a Bolsa de Londres, o Banco da Inglaterra, as seguradoras Lloyd’s e Aviva, a empresa de telecomunicações BT Group e a Unilever.
A energia também chegará à Torre de Londres (já fora dos limites do centro histórico), o Tribunal Criminal, a Catedral de St. Paul e o Hospital de S. Bartolomeu.
Dentro da área metropolitana de Londres, os esforços vão integrar medidas para a redução das emissões poluentes. Entre elas já se pode contar com a adoção de táxis e carros elétricos para as frotas de transportes públicos.
O Parque Nacional da Cidade também vai crescer o número de árvores ao redor da capital britânica.
“Estamos sempre olhando para o impacto ambiental do nosso trabalho e esperamos ser um farol para outras organizações seguirem o exemplo”, afirmou Catherine McGuinness, presidente do Comitê de Política e Recursos da City of London Corporation.
Skechers, 3a maior marca de calçados do mundo, anuncia parceria estratégica com o Parque Villa-Lobos
Manguezais: pesquisadores criam índice para avaliar a saúde do solo