Destaques Sustentabilidade Tecnologia e Inovação
Escrito por Neo Mondo | 23 de janeiro de 2018
POR - AMBIENTE ENERGIA / NEO MONDO

As lâminas têm uma espessura de 0,05 milímetros e podem ser acopladas aos telhados de construções, gerando um poder de refrigeração de 93 watts por metro quadrado em caso de incidência solar, de acordo com a The Economist.
De acordo com Gang Tan, que leciona na Universidade do Wyoming e que também assina a pesquisa, o poder de refrigeração da película é de 93 watts por metro quadrado, em caso de incidência direta de luz solar.
À noite, o efeito é mais potente. De acordo com os pesquisadores, cerca de 20 metros quadrados do filme são suficientes para manter a temperatura de uma casa comum em 20°C num dia em que os termômetros marcam 37°C.
E tudo isso não vai sair caro: o material deverá ter um custo de produção de cerca de 50 centavos de dólar por metro quadrado.
O sistema não precisa de eletricidade, embora exija um complemento que não funciona sem força. Para regular os níveis de refrigeração, seria necessário incluir um encanamento para carregar o calor da casa para o filme e assim manter a temperatura interna estável.
As bombas de água provavelmente exigiriam energia elétrica, mas em pequena quantidade.
Agora os cientistas responsáveis pela invenção correm contra o tempo para patentear a tecnologia para explorá-la comercialmente. O próximo passo é construir uma casa protótipo de 200 m² para aprimorar a película.
Mulheres que curam: ciência, pele e liderança sustentável
O Brasil quer liderar a bioeconomia global. Mas ainda não sabe o que ela é
Mudanças climáticas encurtam o período de floração e frutificação de espécies do Cerrado