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POR – REDAÇÃO NEO MONDO
Proteger nascentes, assegurar a qualidade da água ofertada às comunidades locais e reduzir a emissão de CO2 são algumas das iniciativas da companhia
No Dia Mundial do Meio Ambiente, a ENGIE, maior empresa privada de energia do país, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas reforça seu compromisso com a preservação da água, da diversidade da fauna e flora, e com a redução de resíduos e emissões de CO2 na atmosfera. Presente em 22 estados, a companhia desenvolve, no total, 21 programas para reduzir, controlar e compensar os impactos ambientais, totalizando investimento superior a R$ 21 milhões por ano.
Com um modelo de crescimento sustentável, a ENGIE está atenta aos desafios da transição energética para uma economia de carbono neutro. A empresa quer garantir que suas atividades causem o menor impacto possível sobre os ecossistemas e, sempre que possível, potencializem ganhos ao meio ambiente.
Dentro desse propósito, os programas desenvolvidos em diferentes regiões do Brasil são dimensionados conforme as características e maturidade de cada empreendimento e o nível de conservação e interação com o bioma local.
“O respeito ao Planeta, assim como às pessoas, é um compromisso refletido nos objetivos não financeiros da ENGIE e que orientam a estratégia corporativa para além dos aspectos econômicos. A companhia se empenha em conduzir questões socioambientais de forma responsável e proativa, atuando em total conformidade com a legislação e desenvolvendo ações voluntárias que contribuam para o desenvolvimento sustentável”, afirma Gil Maranhão, diretor de Comunicações e Responsabilidade Social da ENGIE.
Proteção ao ecossistema
Uma das ações desenvolvidas pela ENGIE é o Programa Matriz de Biodiversidade. Ele prevê a gestão de riscos, impactos e oportunidades de conservação da biodiversidade brasileira na área de abrangência de todo o parque gerador da empresa de energia.
Em outra frente, a empresa mantém nove hortos florestais, que cooperam para a manutenção dos biomas das regiões onde estão inseridos, por meio da produção e doação de mudas de espécies nativas. No ano passado, mais de 360 mil mudas foram plantadas ou doadas.
A empresa também monitora os peixes dos rios e reservatórios onda atua, assim como as nascentes próximas de seus empreendimentos.
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Criado em 2010, o Programa de Conservação de Nascentes protege mananciais e assegura a qualidade da água fornecida às comunidades locais. A iniciativa já contribuiu para a preservação de mais de 1.300 nascentes e beneficiou mais de 1.500 famílias.
Na Hidrelétrica Jirau, no Rio Madeira, localizada no estado de Rondônia, destaque para a gestão da água. O Programa de Monitoramento Limnológico acompanha a qualidade da água no reservatório da usina e seus afluentes. Além disso, existe um Plano do Manejo Sustentável específico para o Pirarucu, um dos maiores peixes de água doce do mundo.
Recentemente, a ENGIE aderiu ao Programa “Águas Brasileiras”, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. Ele compreende, entre outras iniciativas, a revitalização de bacias hidrográficas. O projeto Recuperação de Nascentes da Comunidade de Brejo da Brásida, em Sento Sé (BA), no entorno do projeto eólico Umburanas, está entre os 26 selecionados pelo Programa.
Ainda no Nordeste, uma iniciativa da Transportadora Associada de Gás – TAG, empresa que integra a ENGIE no Brasil, também protege uma espécie ameaçada. No ano passado, a empresa instalou passagens aéreas dentro da floresta, em trechos da Mata do Sabão, próximos ao Gasoduto Catu-Carmópolis, em Sergipe. O objetivo é restaurar a conectividade do ecossistema e permitir o fluxo dos animais que habitam a região. Entre as espécies encontradas no local e beneficiadas pela iniciativa está o macaco Guigó (Callicebus coimbrai), uma espécie ameaçada de extinção contemplada no Plano Nacional para a Conservação dos Primatas do Nordeste.
Emissões atmosféricas
No ramo da energia, a ENGIE vem trabalhando na direção de reduzir o próprio consumo e diversificar suas fontes renováveis. A empresa anunciou mundialmente o seu compromisso de deixar de gerar energia térmica à base de queima de carvão até 2027. No Brasil, a empresa já fechou duas termelétricas e colocou à venda as duas últimas: Jorge Lacerda e Pampa Sul.
As usinas do parque gerador da ENGIE também são dotadas de sistemas de instrumentação e controle para a qualidade do ar, do solo e da água. Todas as atividades de implantação, operação e manutenção seguem rigorosos padrões de gestão ambiental. Ao todo, 85% da capacidade instalada das usinas são certificadas segundo as normas de gestão ISO 9001 e 14001, da qualidade e do meio ambiente.
O Grupo anunciou recentemente a sua estratégia global de descarbonização. Dentre as metas fixadas está a de zerar as emissões líquidas de carbono até 2045, através da redução da intensidade de carbono na geração de energia e no uso dos produtos vendidos aos clientes. Um dos objetivos traçados é sair de 31 GW de geração a partir de fontes renováveis no mundo para 50 GW até 2025 e para 80 GW até 2030.
“Para alcançar os objetivos e metas ambientais corporativas, diversos indicadores de desempenho e conformidade são regularmente monitorados, tais como emissões de gases de efeito estufa, gestão da água e efluentes, resíduos e manejo da fauna e flora. A ENGIE fortaleceu sua disposição em adotar uma abordagem ambiental cada vez mais virtuosa em suas operações, com foco na gestão integrada de aspectos socioambientais”, conclui Gil Maranhão.