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Escrito por Neo Mondo | 27 de maio de 2020
Área de Mata Atlântica em São Paulo - Foto: © Adriano Gambarini / WWF BrasilEssa fragmentação ameaça espécies importantes da biodiversidade brasileira como a onça-pintada. Estima-se que restam apenas 300 em todo o bioma. Caso a degradação prossiga, a mata atlântica pode se tornar o primeiro bioma do mundo a perder seu animal topo de cadeia, acarretando em severos prejuízos à biodiversidade.
Flexibilização das leis de proteção Durante a pandemia causada pelo novo coronavírus no Brasil, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, tem afrouxado as leis de proteção da Mata Atlântica e anistiado donos de terra que destruíram áreas sensíveis. O Despacho 4410/2020 altera a interpretação da Lei da Mata Atlântica e do Código Florestal, permitindo que proprietários rurais não recuperem Áreas de Proteção Permanente desmatadas e ocupadas até julho de 2008, como margens de rios e topos de morro por exemplo. Como atuamos O WWF-Brasil desenvolve projetos de restauração e conservação da Mata Atlântica ajudando na conectividade entre os fragmentos, conservação de espécies e na promoção de paisagens mais resilientes para as pessoas, setores produtivos e para a biodiversidade. Entre os projetos que desenvolvemos está o Raízes do Mogi Guaçu, que está restaurando as nascentes do rio Mogi Guaçu. Também o fortalecimento de RPPNs (Reservas Privadas do Patrimônio Natural), conservação de onças-pintadas com parceria com o Projeto Onças do Iguaçu, Instituto Manacá e Instituto Curicaca. O WWF-Brasil também faz parte do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que tem como objetivo principal restaurar 15 milhões de hectares até 2050.Saiba mais sobre a Mata Atlântica
- Live hoje, às 15h, “Dia da Mata Atlântica: e o amanhã?” Canal Youtube: http://encurtador.com.br/ahtuI
No bioma Mata Atlântica, até junho de 2010, foram criadas quatro novas unidades de conservação e uma já existente teve sua extensão ampliada, ao todo 65 mil hectares - Foto: © WWF-Brazil / Adriano Gambarini
Saíra sete-cores - Foto: © Adriano Gambarini / WWF BrasilEntre o Raso da Catarina e o tempo que a natureza exige
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