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Escrito por Neo Mondo | 22 de janeiro de 2019
No ano passado, a Natura foi a primeira empresa brasileira a conquistar o selo "The Leaping Bunny", que atesta o compromisso da empresa com a não realização de teste em animais de seus produtos ou ingredientes. Também aderiu ao movimento Segunda Sem Carne, presente em mais de 40 países e promovido no Brasil pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), tornando-se a primeira empresa de grande porte do país a aderir à iniciativa.
Ainda em 2018, a Natura superou em mais de 40% a meta de volume de negócios na região amazônica, de R$ 1 bilhão até 2020, com o fortalecimento das parcerias para conservação do meio ambiente e das cadeias da biodiversidade, como parte dos objetivos do Programa Amazônia.
O uso sustentável de ativos da biodiversidade amazônica é um dos principais vetores de inovação da companhia, que tem mais de 80% de suas fórmulas de origem vegetal e, portanto, renovável. Seus produtos também se diferenciam pelo uso de álcool orgânico em todas as linhas de perfumaria e pelas embalagens ecoeficientes, com materiais reciclados pós-consumo, como PET e vidro, além do uso de refis há mais de 35 anos.
"As 100 empresas que compõem o ranking Global 100 mostram que fazer o que é bom para o mundo também pode ser bom para o desempenho financeiro", afirma Toby Heaps, CEO da Corporate Knights, em comunicado.
A Natura foi também a primeira empresa de capital aberto a obter o selo B Corp, movimento global de companhias que integram o resultado financeiro à geração de resultado socioambiental, reafirmando seu protagonismo na agenda de desenvolvimento sustentável global.
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