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Escrito por Neo Mondo | 1 de agosto de 2018
Foca-Leopardo descansa numa placa de gelo na Antártida © Christian Åslund / Greenpeace[/caption]
A cientista norte-americana Susanne Lockhart propôs que a análise das imagens fosse usada como evidência de locais que precisam de proteção. As áreas ficam no Antarctic Sound e Estreito de Gerlache, ao longo da Península Antártica.
Em seguida, as provas foram submetidas a um grupo de cientistas no Reino Unido. Eles farão o pedido formal para a criação das áreas protegidas durante a reunião CCAMRL, em outubro. Nesta mesma reunião será votada a proposta para a criação do Santuário do Oceano Antártico que, se aprovado, terá uma extensão de 1,8 milhão de km² e será a maior área protegida da Terra.
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Navio Arctic Sunrise navega na Antártida do Arctic Sunrise na Antártida © Paul Hilton / Greenpeace[/caption]
“As evidências coletadas em vídeo mostram diversos organismos raros e pouco conhecidos. O fundo do mar ao redor da Antártida é um paraíso de biodiversidade que está em risco devido aos efeitos da pesca excessiva e das mudanças climáticas. Precisamos proteger esse lugar fantástico antes de perdermos o que nem conhecemos ainda. Que esses quatro locais possam agora ser usados como apoio científico para a criação do Santuário”, afirmou Susanne.
Semanas atrás, em um evento organizado pelo Greenpeace no Reino Unido, ela falou sobre sua pesquisa e a necessidade de proteção do Oceano Antártico, junto com o ator espanhol Javier Bardem, que também esteve na expedição.
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Pinguim-de-barbicha fotografado pela equipe do Arctic Sunrise na Antártida © Paul Hilton / Greenpeace[/caption] Manguezais: pesquisadores criam índice para avaliar a saúde do solo
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