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Escrito por Neo Mondo | 13 de julho de 2018
A China ficou em 17º lugar no ranking, o que representa um avanço para uma economia que passa por uma rápida transformação, guiada por políticas governamentais que priorizam o investimento intensivo em pesquisa e desenvolvimento.
Embora os Estados Unidos tenham voltado ao posto número seis da lista, o país permanece como uma potência inovadora que produziu muitas das principais empresas de alta tecnologia do mundo e outras inovações que mudaram o cotidiano das pessoas.
“A rápida ascensão da China reflete uma direção estratégica da alta liderança do país para o desenvolvimento da capacidade de inovação e a mudança da base estrutural da economia para indústrias mais intensivas em conhecimento que dependem da inovação para manter vantagem competitiva”, disse o diretor-geral da WIPO. Francis Gurry. “Isso anuncia a chegada da inovação multipolar”.

O Brasil, a maior economia da região, ficou em 64º lugar no ranking deste ano, subindo cinco posições. O país tem força comparativa nos gastos com pesquisa e desenvolvimento, importações e exportações de alta tecnologia, qualidade de publicações científicas e de universidades, com destaque para a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
“O Índice de Inovação Global é importante para construir e aperfeiçoar as políticas de inovação do Brasil, uma vez que aponta nossas oportunidades de melhorias e também nossos pontos fortes”, disse Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
“É também um instrumento vital para a definição de novas políticas. Com a nova revolução industrial, a inovação tem um novo peso para o desenvolvimento e a competitividade dos países, e o Brasil deveria seguir esse caminho”, disse.
“As pequenas empresas são uma força econômica e social fundamental para o desenvolvimento de nosso país, e inovar é estratégico na busca de maior competitividade na economia brasileira”, afirmou Heloísa Menezes, diretora técnica no exercício da presidência do Sebrae. A CNI e o Sebrae também são parceiros do GII.
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