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Escrito por Neo Mondo | 31 de julho de 2018
O dispositivo foi desenvolvido durante o mestrado de Costa no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC. O estudo foi feito no âmbito do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela FAPESP.
Os resultados obtidos pelo aparelho são transmitidos por rede sem fio diretamente para um aplicativo de celular que poderá ser utilizado por profissionais da saúde. Intuitivo e com simples funcionamento, o aplicativo ainda é capaz de armazenar o exame do paciente em um cartão de memória e enviá-lo, via e-mail ou redes sociais, como WhatsApp e Facebook, ao médico responsável que irá interpretar o diagnóstico e definir o melhor tratamento da pessoa infectada.
Para auxiliar o médico no tratamento mais específico de cada paciente, o sistema desenvolvido por Costa também pode ser programado para quantificar os anticorpos encontrados no soro sanguíneo, e até mesmo atuar no diagnóstico de outras doenças crônicas virais, como o HIV e outros tipos de hepatite.
Ainda não há previsão de comercialização, mas, segundo Costa, o dispositivo pode ser facilmente produzido em escala industrial. Outra vantagem do aparelho é a portabilidade. Isso porque é possível levar o exame até pessoas com dificuldades de locomoção ou acamadas, que não conseguem se deslocar ao hospital mais próximo, ou mesmo a populações residentes em áreas de difícil acesso.
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