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Escrito por Neo Mondo | 9 de agosto de 2019

O fórum contou ainda com quatro painéis, que levaram à discussão pontos como novos modelos de crescimento, bioeconomia circular de baixo carbono, colaboração e coerência na atuação entre as várias partes interessadas da bioeconomia avançada e experiências inovadoras do setor. “Em 2050, teremos de nove a dez bilhões de pessoas no mundo, de onde virá essa nova energia para essa demanda? Como vamos alimentar todas as pessoas, produzir energia para elas sobreviverem e se desenvolverem e como vamos lidar com todo o lixo que vai ser gerado?”, questionou Raphaella Gomes, Head da Raízen Ventures. “O Brasil tem de assumir um protagonismo, se tornar um grande exportador de tecnologia agrícola, usando ativos biológicos, pessoas e produção intelectual”, pontuou.
Gustavo Sergi, Renewable Chemicals Business Director da Braskem, afirmou durante sua fala que não existe um outro caminho a não ser a bioeconomia. “A sociedade vai exigir uma nova química para o futuro.” Segundo ele, o governo tem um papel importante nesse cenário. “Ele tem de criar políticas, incentivar o investimento das empresas. O setor privado e público tem de estar mais próximos”, finalizou.
Durante o Fórum, o Prêmio Brasil Bioeconomia 2019 premiou as soluções inovadoras da Braskem, na categoria Empresas Âncoras; GlobalYeast, entre as Startups & Scale-ups; e Bio Bureau, na seção ideia.
| Empresas Âncora | Start-ups & Scale-ups | Ideia |
| Braskem – MEG Verde. | GlobalYeast - XL4N: Levedura de alto desempenho para E1G. | Biobureau - Controle Biotecnológico da Infestação do Mexilhão Dourado. |
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