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Escrito por Neo Mondo | 2 de agosto de 2021
No primeiro dia de funcionamento das bibliotecas do projeto “Mi Casa, Tu Casa” (Minha Casa, Tua Casa), Israel, de 16 anos, já sabia explicar aos colegas onde estavam as diferentes categorias de livros e anotou com cuidado os empréstimos solicitados.
Ele, que nunca tinha estado em uma biblioteca antes, se tornou voluntário do grupo de guardiões do espaço de leitura comunitário do abrigo São Vicente 2, mantido em Boa Vista (RR) pela Operação Acolhida – resposta governamental ao fluxo de refugiados e migrantes da Venezuela para o Brasil e já tem alguns títulos preferidos no acervo.
“Viagem ao Centro da Terra” foi o título escolhido por Israel entre os 2 mil livros disponíveis no São Vicente 2. “Escolhi esse livro porque gosto de aventura. Quando leio, minha mente vai para outro mundo. Consigo desestressar e fico feliz”, conta.
As bibliotecas do projeto “Mi Casa, Tu Casa” são uma realização do jornal JOCA e da organização não-governamental Hands On Human Rights, com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), AVSI Brasil e Fraternidade Sem Fronteiras. Implementadas no Abrigo Rondon 1 e Abrigo São Vicente 2, as bibliotecas reúnem literatura infantil, juvenil e adulta.
Clique aqui para acessar o texto completo no site oficial do ACNUR.
“Mi Casa, Tu Casa” promove o acesso à cultura para crianças e adolescentes refugiados e migrantes - Foto: ACNUR/Camila Ignacio GeraldoSP Ocean Week 2026: Movimento Pororoca entra na reta final e mobiliza o país em defesa do oceano
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