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Editorial

Escrito por Neo Mondo | 2 de setembro de 2020

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EDITORIAL

[/vc_column_text][vc_empty_space height="10px"][vc_separator color="custom" border_width="3" accent_color="#006e39"][vc_empty_space height="30px"][vc_column_text]A atual situação do Pantanal, maior área úmida continental do planeta, nos preocupa e muito! Nos primeiros sete meses deste ano, o principal rio do Pantanal atingiu o menor nível em quase cinco décadas. A chuva foi escassa. O desmatamento cresceu. Os incêndios aumentaram. E a fiscalização por parte do poder público, segundo entidades que atuam na preservação da área, diminuiu. Na Amazônia a situação não é diferente, pesquisadores identificam o desmatamento na Amazônia como um dos principais fatores nos incêndios no Pantanal. A Amazônia segue registrando números altos de focos de calor, todos ilegais: entre 16 de julho e 15 de agosto foram 20.473 focos registrados no bioma. Somente nos 15 primeiros dias de agosto, foram mais de 15 mil focos. “Os números evidenciam que a estratégia adotada pelo governo federal é ineficiente para conter a destruição da floresta mais biodiversa do planeta. Proibir queimadas no papel não funciona sem um trabalho eficiente de comando e controle exercido por órgãos competentes”, é o que afirma Cristiane Mazzetti, porta-voz da campanha de Amazônia do Greenpeace. Não deixem de ler estas e outras matérias que preparamos com muito carinho e dedicação. Tenham uma ótima leitura. Curtam, interajam e compartilhem![/vc_column_text][vc_empty_space][vc_empty_space][vc_row_inner][vc_column_inner width="1/6"][/vc_column_inner][vc_column_inner width="2/3"][vc_empty_space height="20px"][vc_column_text]

Oscar Lopes Luiz

Presidente do Instituto Neo Mondo

oscar@neomondo.org.br

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