Escrito por Neo Mondo | 9 de janeiro de 2018
POR – ELENI LOPES, DIRETORA DE REDAÇÃO
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text]Quase 200 países se reuniram, em novembro, em Bonn, na Alemanha, para a Conferência da ONU sobre Mudança Climática (COP23). O objetivo principal do encontro era o desenvolvimento de uma “cartilha” para implementar o Acordo de Paris e atingir a meta mundial de limitar o aquecimento do Planeta a no máximo 2 graus Celsius (ºC) — e preferencialmente a 1,5 ºC — até o final do século. Apesar de ter avançado na construção desse material, que será finalizado na próxima reunião do clima que acontece ano que vem na Polônia, participantes da
[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width="1/2"][vc_column_text]COP 23 apontaram que as negociações ainda estão muito aquém do necessário para enfrentar o desafio climático.
O Brasil, inclusive, ganhou o prêmio “Fóssil do Dia” na conferência por causa da Medida Provisória enviada pelo presidente Michel Temer ao Congresso – a MP 795/2017 – que reduz os tributos das empresas envolvidas nas atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural.
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_single_image image="7798" img_size="full" alignment="center"][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text]Foi lançada na COP 23 a iniciativa Bellow50 (abaixo de 50), que reúne toda a cadeia de valor para combustíveis sustentáveis - isto é, que emitem 50% menos CO2 do que os combustíveis fósseis convencionais. O objetivo é criar a demanda e o mercado para ampliar a implantação.
O transporte representa cerca de 18% de todas as emissões em todo o mundo, e mais de 90% do setor ainda depende de materiais fósseis intensivos em carbono. Hoje, apenas 3% dos combustíveis para transporte são de baixa emissão de carbono.
[/vc_column_text][/vc_column_inner][vc_column_inner width="1/2"][vc_column_text]De acordo com a Agência Internacional de Energia, se quisermos satisfazer o crescimento econômico e limitar o aquecimento global a menos de 2 ° C, 10% de todos os combustíveis para transporte devem ser baixos em 2030 e 30% em 2050.
"Estamos diante de uma nova revolução industrial. As empresas voltadas para o futuro estão excedendo seus objetivos climáticos usando a inovação para ajudá-los a reduzir sua pegada de carbono", afirma Freya Burton, Diretora de Sustentabilidade e Pessoas da LanzaTech.
[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_single_image image="7799" img_size="full" alignment="center"][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_row_inner][vc_column_inner width="1/2"][vc_column_text]Apesar das altas expectativas, avanços importantes foram feitos na COP 23. NEO MONDO elenca abaixo as principais, com base em informações da ONU:
A Terra aquece quase o dobro mais rápido, diz um estudo que dividiu os climatologistas